Calculadora solar para autoconsumo em Portugal
Indique o consumo mensal, a região e a parte do consumo que quer cobrir com energia solar para obter uma primeira estimativa do sistema.
- Número de módulos
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- Potência instalada
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- Potência do inversor (CC/CA 1,2)
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- Produção estimada
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- Horas de sol pico
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- Área aprox. de telhado
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Estimativa com um rendimento global de 80% e módulos de cerca de 2,6 m². O projeto final depende da orientação, da inclinação, dos sombreamentos e da potência contratada.
Como funciona o cálculo
O sistema é dimensionado para a parte do consumo que quer cobrir: kWp = consumo × fração ÷ (30 × horas de sol pico × 0,80). A produção mensal é kWp × horas de sol pico × 30 × 0,80. O rendimento de 0,80 cobre as perdas por temperatura, cablagem, inversor e sujidade.
As horas de sol pico por região são médias anuais aproximadas: a produção real varia muito entre o verão e o inverno, e um telhado virado a sul com 30° a 35° de inclinação produz mais do que um virado a nascente ou poente. Para um valor rigoroso, use o PVGIS com as coordenadas da casa.
As regras para ligar o sistema e vender o excedente estão em Autoconsumo em Portugal.
Perguntas frequentes
Quantos painéis preciso para 300 kWh por mês?
Em Lisboa, com cerca de 4,9 horas de sol pico e o objetivo de cobrir 70% do consumo (210 kWh), são precisos cerca de 1,8 kWp — quatro a cinco módulos de 450 W. No Norte litoral, com menos sol, o mesmo consumo pede um pouco mais de potência.
Porque não dimensionar para 100% do consumo?
Porque boa parte do consumo acontece à noite, quando não há produção, e a energia injetada na rede durante o dia é vendida a um preço muito inferior ao que paga na fatura. Sem bateria, um sistema que cobre 50% a 70% do consumo costuma ter o melhor retorno.
Que potência de inversor escolher?
É comum carregar o inversor com 1,0 a 1,3 vezes a sua potência CA em módulos; 1,2 é um valor típico em habitações. Respeite também a potência contratada e os limites de injeção da instalação.